Esse
labrador enorme é o Ted e tem apenas 11 meses. Ao lado dele, está Lili, uma
pitbull de 4 anos. Quando o Ted chegou, os donos da casa supervisionaram a
convivência dos dois, mas já conheciam o temperamento dócil e receptivo de Lili. Mesmo assim, reservar o espaço do veterano da casa é importante, tal
como acompanhar os encontros entre os "irmãozinhos". Como quando ocorre
com
a chegada de um bebê novo, é importante não deixar o filho mais velho de
lado e sempre dispensar carinho e atenção na mesma proporção. Às vezes,
os mais velhos,
acostumados à exclusividade e jogados para segundo plano diante do
filhote inevitavelmente fofo, acabam ficando deprimidos. Olho vivo com os brinquedinhos para que a disputa ou o ciúme não aflorem e cuidado extra na hora da comida. Lili, mesmo sendo um amor de
menina, precisa comer separada do Ted, que é mais guloso e rápido. Hoje os dois
se dão muito bem e recentemente, ao serem levados para a campanha de vacinação,
Lili ficava atenta a qualquer um que chegasse perto do Ted, protegendo-o como a um filho. Em resumo, com tempo e persistência, a tendência é que o pet se adapte ao outro animalzinho. Se isso não ocorrer, vale chamar um especialista
em comportamento animal antes de desistir de deixar os bichinhos conviverem.
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