quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Paz e amor, bicho!




Esse labrador enorme é o Ted e tem apenas 11 meses. Ao lado dele, está Lili, uma pitbull de 4 anos. Quando o Ted chegou, os donos da casa supervisionaram a convivência dos dois, mas já conheciam o temperamento dócil e receptivo de Lili. Mesmo assim, reservar o espaço do veterano da casa é importante, tal como acompanhar os encontros entre os "irmãozinhos". Como quando ocorre com a chegada de um bebê novo, é importante não deixar o filho mais velho de lado e sempre dispensar carinho e atenção na mesma proporção. Às vezes, os mais velhos, acostumados à exclusividade e jogados para segundo plano diante do filhote inevitavelmente fofo, acabam ficando deprimidos. Olho vivo com os brinquedinhos para que a disputa ou o ciúme não aflorem e cuidado extra na hora da comida. Lili, mesmo sendo um amor de menina, precisa comer separada do Ted, que é mais guloso e rápido. Hoje os dois se dão muito bem e recentemente, ao serem levados para a campanha de vacinação, Lili ficava atenta a qualquer um que chegasse perto do Ted, protegendo-o como a um filho. Em resumo, com tempo e persistência, a tendência é que o pet se adapte ao outro animalzinho. Se isso não ocorrer, vale chamar um especialista em comportamento animal antes de desistir de deixar os bichinhos conviverem. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário